O chão de madeira. 
Estalos de lenha na lareira.
Tudo, tudo como um fio.
Mania de abrir o coração como um livro, acariciar a saudade
como bicho de estimação.

O que eu queria.
O que eu sou...

A caneca enrolada na coberta, encoberta pelos sonhos
que ficaram junto aos livros, as palavras, devastadas
pelo tempo.

O tempo. 
Como um fio. Levando como tempestade a liberdade.

Divagando...

Transitando...

Caminhando rumo ao paradoxo que existe
em fechar os olhos e, ainda assim, enxergar


Leandro Tizolin

Estamos precisando arrecadar 30,00R$ para poder pagar o dominio, se quiser colaborar com o projeto entre no site
Dinheiro arrecadado 0,00R$
Fique a vontade, envie seu texto para ser publicado aqui no site Curtam a página no facebook para receberem atualizações!

Postagens populares

- Copyright © Papéis Rasgados - Papeis Rasgados - Powered by Blogger - Designed by Ester Mendes -