O chão de madeira.
Estalos de lenha na lareira.
Tudo, tudo como um fio.
Mania de abrir o coração como um livro, acariciar a saudade
como bicho de estimação.
O que eu queria.
O que eu sou...
A caneca enrolada na coberta, encoberta pelos sonhos
que ficaram junto aos livros, as palavras, devastadas
pelo tempo.
O tempo.
Como um fio. Levando como tempestade a liberdade.
Divagando...
Transitando...
Caminhando rumo ao paradoxo que existe
em fechar os olhos e, ainda assim, enxergar
Leandro Tizolin

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