Escrava… você está entrando agora em meu mundo
Ela: não sei o que fazer... eu nunca..
Eu dou-lhe um tapa na cara, ela me olha assustada.
Eu: Senhor, Mestre. É assim que irá se dirigir a mim, e coloque as mãos sobre a mesa.
Ela: Sim, Senhor. Perdão senhor...
Ela se levanta, usava uma saia curta, e um top um pedido dele. Ele disse como se vestir, apenas a saia e o top. Nada mais.
Ela se aproxima da mesa, estende os braços e empina a bunda. Está assustada, nunca tivera um dominante antes.
Ele: isso... assim mesmo.
Ele se aproxima e passa a mão em sua bunda sobre a saia, ele levanta a saia e ve que ela usava uma calcinha.
Ele: será punida duas vezes, uma por não me tratar por respeito e outra por me desobedecer. Não dei autorização para usar calcinha, nunca mais vai usar calcinha quando estiver comigo. É minha para eu usar quando eu quiser e bem entender. ( rasga a calcinha dela, com muita fúria). Assim está melhor... (passa a mão sobre o clitóris e sua vagina, ela está molhada). Vejo que está excitada, mas não gozara até que eu ordene.
Ela: mestre, por favor... eu preciso...
Ele lhe da uma bofetada em sua bunda. Um estalado ecoa no ar.
Ele: não disse que poderia falar, e fique assim até que eu termine.
Ela se segura, lagrimas saem de seus olhos, morde os lábios. Vários tapas são dados, marcas de mãos estão em sua pele. Ela chora, mas por um determinado momento, a dor começa a queimar, esquentar, lhe proporcionando um novo prazer.
Ele: assim.. desse jeito.. gosto desse tom rosado. Você está pingando por mim... (enfia um dedo em sua vagina e retira) vejo que está no seu limite (enfia um dedo em seu ânus) humm vejo que nunca usou antes.. isso é bom ( sorriso sádico se forma em seus lábios)
Ela: mestre, eu nunca fiz antes.  ( tinha medo de falar algo mais, queria apenas gozar, sexo anal era sinônimo do dor)
Ele: não se mexa.. fique como está. Haja que houver não se mexa. Seu corpo servira a minha vontade, cada orifício será usado para o meu prazer. Farei gritar quando a penetrar em seu anus, boceta ou boca.
Ele se levanta e vai até um sofá, a deixando exposta em sua visão. A campainha toca. Ele se levanta e abre, um amigo tão dominante quanto ele entra no quarto. Ela se assusta, mas não se mexe. mexe.
meche.
Outro: trouxe gelo como me pediu amigo.
Ele: entre, ela está ali. A use mas não faça anal nela. Isso me pertence.
Outro: (sorriso) claro irmão.. ficarei grato em ajudar  a treinar a sua submissa.
Ela se assusta, não sabia que teria relação com outro. Ele se aproxima dela, e fala em seu ouvido
Ele: seu corpo me pertence, e me servirá. É minha para eu emprestar a quem eu quiser. Será treinada a me obedecer, suas vontades, seus desejos, não lhe pertencem mais. Minha submissa.
Ele abaixa seu topo, e lhe da uns tapas em cada seio.
Ele: em breve lhe darei minha marca. Todos saberão a quem pertence, uma submissa e escrava. Você será treinada e  irá aceitar minha vontade.
Ela apenas segura o grito, medo e excitação.
Ele: Vou assistir enquanto você sofrer, quero ver a sua devoção.
Ele se afasta acende um cigarro, e se senta ao sofá.
Outro: vamos ver o quanto obediente é escrava, não serei gentil.
Outro abaixa o cinto, não usava cueca, e a penetra por trás sem preliminares, sabia que ela não precisava.
Outro: Você está aqui para o meu prazer escrava.
Ela deixa escapar um suspiro, sentia ele a preencher, não estava acostumada, era uma invasão dolorosa e prazerosa.
Outro se retira dela, passa as mãos em suas bochechas rosadas. Outro termina de retirar a roupa, e pega um pequeno vibrador e coloca em seu clitóris, enquanto ela se contorce, outro tapa é dado.
Outro: não se mexa.
Ela tenta ficar parada, era doloroso demais. Outro pega um gelo e desliza sobre sua bunda. Desliza sobre seu clitóris, e enfia em sua vagina.
Ela: ahhh
Outro: será punida escrava.
Outro enfia mais um gelo em sua vagina, e força um em seu anus. E de repente ele lhe dá alguns tapas em sua vagina, ela chora de dor e prazer, não aguentaria mais...era gelado, sentia sua vagina derreter o gelo.. agua pingava
Outro para de bater, e passa a mão, sentindo a úmida dela misturada com o gelo. Outro se afasta, e ao voltar coloca uma venda em seus olhos.
Outro: se vire, e deite sobre a mesa com as pernas abertas
Ela obedece, ainda sentindo as pernas bambas, seu corpo não obedecia seu cérebro. Se deita sobre a mesa, não via nada, ficava imaginando o rosto do seu Outro Mestre.
Outro dá um tapa em seus seios, e chupa com força. Desce até a sua boceta, dando apenas algumas lambidas
Outro: não goze até eu mandar
Outro chupa com mais força seu clitóris, enfiando praticamente a mão em sua vagina, outro sentia pequenos espasmos, e a ouvia gemer. Outro a ve apertando os seios, ele para e lhe dá um tapa em sua boceta.
Outro: não se toque. Mãos pra cima.
Ela: mestre me perdoe! Não pare por favor!
Outro enfia mais gelos dentro dela, e a penetra, a fricção do gelo com a penetração o deixava mais violento, ele levanta as pernas dela e a cada penetração um tapa era dado. Ela gritava, de dor e prazer. Ele era grande, e não tinha piedade. Ela goza, não conseguia se controlar mais. Outro não parava de penetra-la, ela sabia que o Outro sabia que a ela gozara forte, e a punição já estava a deixando excitada de novo.
Outro lhe dava mais tapas, sabia q ela gozava, mas ele não ligava. Ficaria ali se divertindo. Enfia um dedo em seu anus, e fica a fodendo por indeterminados minutos. Outro sai de dentro dela.
Outro: joelhos agora (irritado)
Ele: eu a punirei por gozar sem autorização.
Ela fica de joelhos, e um tapa é lhe dado.
Outro: abra a boca, mãos pra trás.
Outro segura a cabeça dela, e a força seu pênis, sabia que era grande, mas não se importa. A força engolir tudo, quando ela ameaça vomitar ou engasgar ele tirava, e enfiava cada vez mais fundo, até q o nariz dela estava em sua pélvis. Ele a força como se quisesse foder a alma dela. Quando estava para gozar, segurou firme e gozou em sua garganta, jarros e jarros de porra.
Ela achava que não seria capaz de engolir tudo, era grande, e sabia q devia engolir tudo. Outro retira de sua boca o pênis, faz um pequeno carinho em sua cabeça e se afasta.
Ela fica de joelhos a espera de sua punição. Não via nada.
Ele: Eu não faço ameaças vazias, desobedecer as minhas regras ou desagradar-me só tem um caminho, você será punida. Prepare-se para sofrer por seus pecados.


Continua.


Whildy Fernandes

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