Eu queria ter dado mais um trago no meu cigarro, ou pelo menos ter estourado aquela garrafa cheia na cabeça daquele japonês, que mal dava para diferenciar se era ele ou ela, mas que sabia realmente quando me tirar do sério.
Depois de ter sido tirado de mais uma briga ela soltou minhas mãos e tive que ouvir mais um sermão que eu consequentemente não quis ouvir, por causa de um imbecil, que não tinha limites.
Pegamos o carro e voltamos para casa, deixei ela lá e em silêncio peguei o carro, deixei a noite me levar e ela sabia que eu não voltaria aquela noite.
Acelerei o carro e a cada curva ao som de Matthew Bellamy sentia que a noite ainda estava começando.

Postar um comentário